s estudos sobre a argumentação foram retomados na segunda metade do século XX, principalmente, com os trabalhos de Toulmin sobre a estrutura dos argumentos, os de Olbrechts-Tyteca que contribuíram para assimilar os termos retórica e argumentação, os de Ducrot sobre a argumentação inscrita na língua e os do próprio Plantin sobre a argumentação nas interações. A argumentação vem retomando o cenário de pesquisa como podemos perceber em recentes publicações (VAN EEMEREN et al. 2007; Walton et al. 2008 e BUTY e PLANTIN, 2009). No contexto do Ensino de Ciências, tal discussão vem ganhando corpo em diversos grupos de investigadores que buscam compreender a argumentação para além da retórica, do convencimento de uma audiência, mas como um objeto de aprendizagem. No decorrer desta obra, diferentes pesquisadores discutem o papel central da argumentação nas interações sociais de sala de aula, presenciais ou não, e as especificidades do argumentar em situações de ensino. Os diferentes níveis de e