O objetivo geral de nossa pesquisa é de demonstrar o primado real e necessário da “substância” aristotélica sobre a realidade concebida como um todo, concepção esta que remonta aos Filósofos Naturalistas, como uma proposta de alargamento do horizonte gnosiológico, a partir de Metaph. L,1,1069a19-20; e depois afrontar a “divergência” existente entre a concepção de “principio” dos Naturalistas e de “forma” dos Platônicos a partir de Metaph. L,1,1069a25-30, propondo a “substancia” aristotélica como via de “convergência”, e por isso, virtuosa. Que o processo do saber não seja estático, mas dinâmico, atesta-nos Aristóteles: “De fato, os homens começaram a filosofar, agora como na origem, por causa da admiração, na medida em que, inicialmente, ficavam perplexos diante das dificuldades mais simples; em seguida, progredindo pouco a pouco, chegaram a enfrentar problemas sempre maiores” (ARISTÓTELES, Metafísica, A,2,982bl2-15). Tal constatação é de suma importância para a existência da filosofia