O cenário certamente mudou e as respostas aos problemas e desafios locais/regionais neste início de século XXI, ainda são tímidas. Nesse sentido, uma das prioridades para o futuro imediato, em relação à universidade pública no Baixo Tocantins, é construir uma identidade local/regional para que não fiquemos em descompasso em relação às ações de intervenção local, evitando, como bem destaca Boaventura Santos (2008), ser alvo fácil de crítica social devido à inalteração da relação entre conhecimento e sociedade, um conhecimento predominantemente disciplinar e hierarquizado, marcado por uma lógica na qual “[...] são os investigadores que definem sua relevância e estabelecem metodologias e ritmos de pesquisa” (SANTOS, 2008, p. 40). Segundo o autor, é preciso colocar em causa a relação conflituosa entre conhecimento e sociedade, questionar a natureza e os fins da universidade pública, e visualizar outra modalidade de conhecimento, um conhecimento pluriversitário “[...] que é contextual na me